Consórcio ganha força em 2026: por que o planejamento financeiro virou prioridade?
Consórcio em alta em 2026: o que está por trás da nova prioridade pelo planejamento financeiro?

Em um cenário em que o crédito segue caro e a economia avança com mais cautela, 2026 tende a consolidar um movimento que já ficou claro em 2025: cada vez mais brasileiros estão trocando decisões por impulso por planejamento financeiro de médio e longo prazo. Nesse contexto, o consórcio volta a ganhar destaque como uma alternativa estruturada para quem quer realizar objetivos importantes sem recorrer aos juros do financiamento.
A leitura do mercado é reforçada por indicadores do setor. O Índice de Confiança do Setor de Consórcios (ICSC), divulgado pela ABAC, atingiu 62,2 pontos em outubro (faixa considerada otimista), sinalizando boa expectativa para o ano seguinte.
Além da confiança, as projeções por segmento mostram por que o consórcio deve continuar crescendo. A ABAC estima crescimento aproximado de 11% para o Sistema de Consórcios em 2026 e destaca o segmento de imóveis como principal motor dessa expansão, com expectativa de +25%.
Na prática, isso aponta para um comportamento mais racional do consumidor: em vez de buscar “solução imediata”, muitas pessoas estão escolhendo uma forma de compra planejada, com previsibilidade e disciplina.
A matéria do SEGS resume bem os fatores que ajudam a explicar essa preferência. Em momentos de incerteza, o consórcio costuma ser visto como uma ferramenta que combina:
Ou seja: o consórcio não é um “atalho”, mas um método para construir patrimônio e realizar projetos com mais controle.
Um ponto interessante levantado pela reportagem é a diversidade de finalidades. A cooperativa citada no texto (CredCrea) relata uso do consórcio para imóveis urbanos, rurais e comerciais, além de construção, reforma, aquisição de veículos e até projetos específicos como energia solar e outros bens/serviços, reforçando como a modalidade pode se adaptar a diferentes planos de vida e de patrimônio.
Se a ideia é planejar 2026 com mais inteligência financeira, algumas boas práticas ajudam a começar com o pé direito:
Fonte: SEGS